A seca elevou a quebra de safra nas lavouras do Rio Grande do Sul ao patamar de 36%. O índice foi divulgado nesta sexta, dia 17, pela Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul). No levantamento anterior, divulgado em 3 de fevereiro, a perda era estimada em 30%. Com tamanha quebra, a produção gaúcha agora é estimada em 16,144 milhões de toneladas. A previsão inicial de colheita no Rio Grande do Sul era de 25,078 milhões de toneladas.
Conforme estudos elaborados pela Assessoria Econômica da Farsul, na lavoura de arroz a quebra já é de 14% e no fumo chega a 19%. Na soja a quebra alcança 40% e no milho, a perda vai a 55%. A federação indica, ainda, que no Valor Bruto de Produção (VBP) Agrícola, as perdas financeiras em decorrência da seca somam R$ 5,668 bilhões; e que o impacto no Valor Bruto da Produção somando agropecuária, indústria e serviços atinge R$ 22,395 bilhões.
Segundo o economista Antônio da Luz, da Farsul, a chuva registrada no final de janeiro e início de fevereiro no Estado conseguiu estancar as perdas por três semanas, mas alerta que agora a situação voltou a se agravar. Segundo ele, se a previsão de chuva na próxima semana se confirmar em boa intensidade, as perdas podem estabilizar, mas não serão revertidas.
Conforme estudos elaborados pela Assessoria Econômica da Farsul, na lavoura de arroz a quebra já é de 14% e no fumo chega a 19%. Na soja a quebra alcança 40% e no milho, a perda vai a 55%. A federação indica, ainda, que no Valor Bruto de Produção (VBP) Agrícola, as perdas financeiras em decorrência da seca somam R$ 5,668 bilhões; e que o impacto no Valor Bruto da Produção somando agropecuária, indústria e serviços atinge R$ 22,395 bilhões.
Segundo o economista Antônio da Luz, da Farsul, a chuva registrada no final de janeiro e início de fevereiro no Estado conseguiu estancar as perdas por três semanas, mas alerta que agora a situação voltou a se agravar. Segundo ele, se a previsão de chuva na próxima semana se confirmar em boa intensidade, as perdas podem estabilizar, mas não serão revertidas.
Fonte: Agência Estado